quarta-feira, janeiro 30, 2008

Se vocês olharem aqui ao lado, há vários links na série "Eu recomendo". São blogs que eu costumo visitar, cometar, participar.. de amigos, conhecidos e afins! Um deles, é o Devaneios de uma mesa de bar, o qual eu criei para meus amigos que curtem escrever poesias. A maioria dos posts é de poemas, mas também, por vezes, encontramos algum texto em prosa.
Bom, to falando tudo isso pra explicar meu texto que segue. O último texto do João foi bem polêmico. Falou de sentimento material.. aliás, questionou o sentimento material. E os comentários foram um tanto quanto polêmicos, quem quiser conferir, segue o link: http://poetasbarrota.blogspot.com/

E por fim, decidi dar a minha colaboração!
E aí vai,
Bom, decidi me estender ao texto também. Assim, meio por impulso, meio sem pensar muito bem sobre o que eu iria escrever.. afinal, pra falar dele, acho que pode, né? Aquele que invade os sonhos e noites de sono.. aquele que inspirou (e ainda inspira) os poetas. E é usando um desses poetas que começo o meu texto:

"Que eu possa dizer do amor (que tive)
que não seja imortal, posto que é chama
mas que seja infinito enquanto dure."
(Vinicius de Moraes)


Eu, em outros tempos, acreditei no amor eterno. Este, pra mim, atualmente, é infinito. Infinito quando o vivemos com toda sua plenitude. Infinito porque ele envolve outras centenas de sentimentos e sensações. Infinito porque une histórias, atravessa gerações, constrói realidades. O amor, enquanto o vivemos, não deve ser eterno, mas sim, infinito.
E concordo com o poeta ao dizer que ele é chama.. alguns começam como brasas alvoroçadas, também conhecidas como paixão. Aquela que arrebata, "arde sem se ver". Outros, começam timidamente e logo aumentam.. e custam a apagar. Mas apaga. As vezes, vira dor. As vezes, vira carinho. As vezes, vira saudade... E apaga.
Eu queria acreditar que o amor dura pra sempre. Que ele é isento de egoísmo. Talvez ele até seja, mas o homem não é. E como o ser egoísta pode fazer uso de um sentimento isento de egoísmo? Não tenhamos de medo de assumir.. somos egoístas! Uns mais, outros menos. Mas somos! É o nosso maior defeito, mas está absolutamente intrínseco.
Mesmo sabendo que apaga, mesmo sabendo que é chama. Não tenho medo de amar. Não tenho medo de amar meus amigos, não tenho medo de amar meus filhos um dia, não tenho medo de entregar meu amor pra alguém.. e toda vez que eu amar, será infinito. (enquanto durar)

(Sue Ellen)

sábado, janeiro 26, 2008

Cansada.....

Como quando se tenta encontrar
a resposta que não se pode achar
e se sente por fim abater
pela dor de tentar entender
e apenas mais se questionar
estou farta de nunca saber
de apenas tentar acreditar
que se não foi não era pra ser
que algo melhor está para acontecer
que alguém melhor está a me esperar

O tempo consome a fé,
os fatos, a esperança
e quando se olha pra trás e vê
o sorriso que se perdeu,
o beijo que já não é meu
e se tenta encontrar o porquê
do que não foi e poderia ser
é difícil se ver e julgar
é mais fácil então se acanhar
se esconder da razão e fingir
que acredita que foi melhor assim
e que a culpa não cabe a você
pois, se não foi, não era pra ser

Não há lágrimas mais em meus olhos
este pranto outrora chorei
não há tristeza ou rancor em meu peito
pois também já me perdoei
mas confesso, com sinceridade,
apesar da talvez pouca idade
que embora não esteja magoada
nem me sinta deveras deprimida
estou realmente cansada
dos desencontros dessa vida
e me sinto penalizada
e me vejo sem saída.

(Priscilla Franco)



Arrasou, Pir!

quarta-feira, janeiro 23, 2008


Era 4 de fevereiro de 2004. Quinze horas e cinqüenta e oito minutos. Em dois minutos minha vida iria mudar. Lembro-me como se fosse hoje, o coração pulsava e a mão tremia. Naquele momento, aqueles dois minutos nos dividiam entre concorrentes e colegas de classe. Éramos mais ou menos 450 candidatos, e apenas trinta, só trinta puderam ficar. Alguns viveram a angústia de chegar perto, de ter que esperar ainda por algumas horas, ou até dias, para adentrar nesse mundo tão desejado, mas até então desconhecido chamado unicamp.

Em meio a essa realidade que exclui, que frustra, que decepciona, por algum motivo – acaso, ironia, destino? - a partir daquelas 16 horas do verão de fevereiro, aqueles 30 passariam a formar um grupo. Desde lá de Aiuruoca - MG, passando por vários cantos do interior de São Paulo, diversos sotaques, diversas histórias de vida e todos ali, para os ventos da Unicamp. Ventos esses que carregam histórias, culturas, mundos, sonhos. Ventos que refrescam, que afligem, que carregam um pouco de nós e nos levam para o mundo.

O que eu poderia saber naquele 4 de fevereiro sobre o que estava por vir? Nada. Eu, com meus 17 anos, recém-colegial, não tinha sequer idéia do quanto aquelas outras 29 pessoas seriam fundamentais pra que hoje eu seja o que sou.

Hoje, eu não sou só Sue Ellen. Hoje, eu sou paixão de Aline, sou alegria de Cristiane, sou sensatez de Stela, sou sarcasmo de Juliana Pedro, sou determinação de Heloísa, eu sou carinho de Juliana Gaiola, eu sou dedicação de Michele, serenidade de Rosana, espontaneidade de João Batista, sou a luta da Mineira, sou viagens de Ângelo, sou animação de Alexsandra, sou fã daquele que irá ganhar o prêmio Nobel de literatura, o ilustríssimo Clóvis, sou admiração por Fernando, sou grata ao Eduardo pelo socorro e pela paciência, sou saudades da querida Sol, sou idealismo do Digão, sou “brutal” como o Luis, sou “o cara” como a Manu, sou uma deusa como Marilu, sou fé de Rodrigo, sou simpatia da Simone, sou Afonso, sou discrição de Talita, sou Maysa, sou Fábio, sou Lorena, sou Marcela, sou Julia, sou Aldes... Sou uma Diva. Sou sete divas. “Somos nozes”.

Somos “ícones” do Iel, somos partes que constituem o todo dessa família chama Letras Noturno 04. Essa família brigou, chorou, riu, riu muito! Sentiu raiva, quis desistir, jogar tudo para o alto – afinal, ninguém disse que seria fácil – mas que hoje está aqui.

Eu poderia até agradecer a todos que nos ajudaram a chegar até aqui, mas, que esses me desculpem, mas essa noite é nossa. Esse momento é apenas nosso, e só nós sabemos o que ele significa. Só nós sabemos o quanto nosso mundo mudou nesses quatro anos, o que a linguagem e a literatura significam pra cada um de nós, desde aquele dia quando recebemos uma camiseta que dizia: “A gente somos contra o preconceito lingüístico e a favor da concordância ideológica”. Seria impossível dizer em cinco minutos o inefável.

Por isso, agora, eu quero olhar para cada um de vocês, guardar cada sorriso, cada gesto, cada olhar e registrá-los na minha memória. E ter a certeza de que eu poderia, sem hesitar, viver tudo de novo. Faria todas as resenhas, todos os exercícios de latim, cada prova de TL, cada “Entraîne-vous” do francês, cada árvore gerativa, tudo! Até mesmo as infinitas ELs e a LA 900, para ter a certeza de ter mais quatro anos compartilhados com cada um de vocês. Vocês que, hoje, fazem parte do meu “Eu”. Vocês que são a minha memória. E, digam-me, o que é o homem senão a sua memória?

Diante do fim, como diria a canção: “Metade de mim, agora é assim: de um lado a poesia, o verbo, a saudade, do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim. E o fim é belo incerto... depende de como você vê, o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só... Só enquanto eu respirar, vou me lembrar de vocês. Só enquanto eu respirar.”

A vocês, Amigos, todo o meu carinho e agradecimento. E a certeza de que aqueles mesmos ventos que nos trouxeram até aqui, nos levarão para os melhores caminhos, e cada um de nós levará um pouco do outro, e estaremos sempre juntos. Em alguma brisa, em alguma lembrança, em algum verso...

Obrigada!

terça-feira, janeiro 15, 2008

"Seu lado experiente e objetivo leva a melhor hoje e nos próximos dias. Pode ser um pouco chato fazer o papel de quem dá as regras e puxa a orelha do pessoal, mas é isso que atrairá credibilidade. E este é um período bom para conquistar e assegurar a fé alheia em seu potencial. Isso vale para o amor, o trabalho e a vida social."


Outro dia, estava vendo a vida passar sentada no banco da famosa Praça Brasília. De repente, juntou-se a nós um menino que deveria ter mais ou menos 11 anos. Lindo, olhos claros, loirinho, espertíssimo e artilheiro do time de futebol. Ele ficou ali, contando suas peripércias de criança, suas brincadeiras, a escola, os amigos. Ele nos contou também que um dia ele jogou futebol com os adultos e ressaltou que eles tinham mais de 20 anos.
Nesse momento, eu parei, olhei pro amigo que sentava ao meu lado e começamos a rir. Ele teve o mesmo pensamento que eu: é.. estamos em meio aos adultos. Lembrei-me, então, de quando eu mesma tinha a idade daquele garoto e a idéia que eu fazia dos adultos, eles pareciam tão importantes, tão responsáveis, tão sérios e inatingivéis. O mundo dos adultos era um "mistério" e eu me perguntava como seria quando eu fosse também adulta.

E a cada dia que passa, eu me sinto mais perto desse mundo adulto. Estou a poucos dias da minha formatura. Há quatro anos, eu ingressava na universidade e lembro de mim naquele fevereiro de 2004 e comparo com o atual e percebo diferenças gritantes! Aprendi tanto nesses quatro anos, mais do que eu posso explicar. A minha visão do mundo, da realidade, sobre o que é de fato real, sobre o futuro, sobre o presente.. O valor e a importância do que é realmente necessário. É mesmo muita coisa.
Hoje, sou profissional de letras, formada e desempregada. E me sinto de novo como lá naqueles 17 anos, quando não fazia idéia do que estava por vir. A diferença? Bem, a diferença é a postura ante o desconhecido. A ansiedade está lá, sempre, rodeando... mas há muito mais de serenidade pra lidar com as coisas.
Estamos aí numa empreitada.. um sonho.. uma esperança..rss.. são tantas as responsabilidades adultas: ata, reuniões, pautas, estatutos.. e aos poucos, vemos o sonho se concretizando. E vc vê pessoas que depositam uma enorme confiança em vc e vêem um potencial que nem eu mesma vejo. E isso faz com que eu me sinta mais forte, mais... adulta.
Há também aquelas que chamam de bebê. Sim, chamam! heheh E quer saber? Eu adoro!!! Adoro pedir colo, sentir um cuidado, um zelo de mãe, de irmã mais vela. Afinal, quem não gosta de um mimo, não é mesmo?
Mas o mundo adulto não perdoa.. contas, cobranças, prazos, responsabilidades.. todas essas palavras vão fazendo parte do nosso dia a dia e a gente nem mesmo entende como.. quando essas palavras fazem parte do seu cotidiano, meu caro, significa que vc é realmente adulto.

O barato de tudo é não perder o senso de humor. É ser adulto mas ainda assim, ter vontade de brincar no balanço. É ser mulher e mesmo assim escolher um caderno com folhas cor de rosa. E usar um vestido na balada e um pijama de ursinho pra dormir. É ser forte ante os relacionamentos, mas guardar um bilhetinho na agenda. É ter o pé no chão e ainda assim sentir um frio na barriga com a proximidade da mudança. É resenhar um livro e chorar assistindo desenho animado. E saber ter jogo de cintura numa situação delicada, e fazer voz de criança quando vê um cão.

O melhor é não levar a vida tão a sério... Afinal, a vida é séria?


segunda-feira, janeiro 14, 2008

mais um trechinho...

é o último.. (eu acho)




Liz explica

Por que isso é difícil

Bem, é óbvio. Então, quer dizer que temos de sentar e esperar? Não sei quanto a você, mas acho isso revoltante. Fui criada para acreditar que trabalho duro e bom planejamento são o segredo para tornar nossos sonhos realidade. Passei minha vida toda realizando meus sonhos.

Trabalhei duro para me tornar uma profissional, e fui bem agressiva, Telefonava para as pessoas, marcava reuniões, pedia favores. Eu agia. Mas, agora, Greg está dizendo que nessa situação não devemos fazer absolutamente nada. São os caras que escolhem. Devemos apenas pôr nossos vestidinhos, pentear o cabelo, piscar os olhos e esperar que eles nos escolham. Por que você não amarra meu espartilho bem apertado, para eu desmaiar na frente de um homem que me segure logo antes da carruagem me atropelar? Isso vai chamar a atenção dele.

Realmente, hoje em dia, a coisa mais difícil para a maioria das mulheres, especialmente para mim, é não fazer nada. Nós gostamos de intrigas, de telefonar, de planejar. E estou falando de coisas mais importantes do que evitar que o cabelo encrespe. A maioria das mulheres solteiras, eu acho, não tem um monte de homens se jogando em cima delas todas as noites. Às vezes ficamos um tempão sem receber um convite para sair. Então, vemos um cara e achamos que talvez ele represente uma possibilidade romântica, e então é mais difícil ainda largar a direção e passar para o banco de trás. Uma oportunidade como essa pode demorar muito para acontecer de novo.

Mas, querem saber? Fiz as coisas do meu jeito, e sempre deu tudo errado. Nunca funcionou. Nunca mantive um relacionamento legal com um cara atrás de quem tive de correr. Tenho certeza de que há muitas histórias por aí que deram certo. Mas eu acho mesmo é que esses caras sempre acabam voltando para a antiga namorada, precisando de um tempo, ou saindo da cidade a trabalho. Normalmente, nem chegam a tanto. Em geral, eles simplesmente nem telefonam de volta. E, vou dizer uma coisa: isso nunca me deu a sensação de estar no controle de coisa nenhuma.

Desde que comecei a aplicar a filosofia "ele simplesmente não está a fim de você", criada pelo Greg, tenho me sentido surpreendentemente mais poderosa. Porque se os homens estão convidando você para sair, se precisam chamar a sua atenção, então, na verdade, é você que está no controle. Não existe maquinação nem plano. E é maravilhoso pensar que minha única função é ficar superfeliz com a minha vida, estar muito satisfeita comigo mesma e ter a vida mais intensa e interessante possível, de modo que nunca pareça que estou só esperando que um cara me convide para sair. E o mais importante é que todas nós devemos lembrar que não precisamos perder tempo com tramas ou conspirações nem implorar para que alguém nos convide para fazer algo. Nós somos fantásticas.



( final exagerou na auto-ajuda.. ninguém precisa sair por aí se achando a mais poderosa do bundo né, gente.. mas o princípio, é bem esse aí.. )

domingo, janeiro 13, 2008

Por isso que eu adoro os homens.

Mentiras sinceras, não me interessam.
Esse texto é a introdução ao livro "Ele simplesmente não está afim de você". Eu resiti para ler, porque eu não gosto de auto ajuda, mas esse é um tipo de auto ajuda engraçada, porque é extremamente realista. Tão sincero que até dói. E o principal, não traz novidade pra ninguém, toda mulher no fundo sabe de tudo isso, não é possível que não saiba. Mas acho que o ego não deixa admitir.
Bom.. segue o texto então, e quem quiser o livro, eu tenho o arquivo! hihihih

Introdução de Greg

Estou na sala da redação de Sex and the City, pensando na sorte de ser o único macho heterossexual da equipe predominantemente feminina (na verdade, estava apenas comendo um biscoito), quando as redatoras começam a falar dos caras com quem estão saindo. Isso é um acontecimento comum, faz parte do processo de escrever para um programa que explora relacionamentos amorosos. É infinitamente fascinante. Sei que pode parecer sarcasmo, mas estou sendo sincero.

Então, naquele dia específico, uma das senhoras me vem com "Greg, você é homem". Ela é muito observadora, pois sou, de fato, um homem. Então, ela me conta: "Estou saindo com um cara... Bem, acho que estou." Eu sei a resposta. "Sabe, nós fomos ao cinema, e foi ótimo. Quero dizer, ele não segurou a minha mão, mas isso foi legal. Não gosto mesmo de ficar de mãos dadas." Continuo sabendo a resposta. "Mas, depois, ele me beijou no estacionamento. Então, perguntei se ele queria ir até a minha casa, mas ele tinha uma reunião muito importante na manhã seguinte, por isso não pôde ir." Caramba. Está brincando comigo? Eu sei!

Por isso, perguntei: — E, teve alguma notícia dele depois?

— Bem, é esse o problema. Isso foi há mais ou menos uma semana — agora até você já deve saber a resposta —, e hoje ele me mandou um e-mail perguntando "Por que não me procurou?".

Olhei fixamente para ela alguns segundos, e a resposta transbordava das minhas órbitas oculares (Oh, mulheres, às vezes vocês me deixam louco de raiva!). Ali estava ela, linda, talentosa e super inteligente, redatora de um programa de TV premiado, um programa famoso pelas observações incisivas sobre os homens, uma mulher que qualquer um ia achar que poderia escolher o homem que quisesse. Essa mulher maravilhosa está confusa com uma situação que, para mim, está muito clara. Na verdade, confusa não é bem a palavra, porque ela é inteligente demais para isso. Está cheia de esperanças, mas de confusa nada tem. Mas a situação é desesperadora, por isso dei a notícia a ela.

— Ele simplesmente não está a fim de você.

E devo dizer que essa é uma boa notícia, porque perder tempo com a pessoa errada é, literalmente, apenas perda de tempo. E, quando você segue em frente e encontra a pessoa certa, pode acreditar, não vai desejar ter passado mais tempo com o Nojentinho, o Desperdiçador-de-Tempo ou com o Zezinho Nunca-Lembra-de-Telefonar.

Olha, não sou médico, nem na vida real, nem na ficção. Mas sou um especialista que merece toda a atenção, simplesmente por causa de uma coisa muito importante: sou homem — um homem que já teve sua cota mais que justa de relacionamentos, e que está disposto a revelar seu comportamento em relação a eles. E, por ser homem, eu sei como um homem pensa, sente e age, e é minha responsabilidade contar quem nós realmente somos. Estou cansado de ver mulheres maravilhosas metidas em relacionamentos idiotas.

Quando o cara está a fim de você, ele demonstra isso. Ele telefona, aparece, quer conhecer seus amigos, não consegue manter os olhos e as mãos longe de você e, quando chega a hora do sexo, fica mais que satisfeito de fazer esse favor. Não importa se ele começa seu novo emprego de presidente dos Estados Unidos na manhã seguinte, às quatro (isto é, quatro da manhã, senhoras!). Ele vai subir até o seu apartamento, sim!

Os homens não são complicados, só gostamos que vocês pensem que somos, como, por exemplo, quando dizemos: "Isso aqui está uma loucura! Tenho uma tonelada de coisas para resolver amanhã." Somos movidos a sexo, apesar de gostar de fingir que não somos: "O quê? Não, eu estava prestando atenção." E, infelizmente (o que também é tremendamente embaraçoso), preferimos perder um braço pendurado na janela de um ônibus do que simplesmente dizer "Você não é A mulher para mim". Temos certeza de que vocês vão nos matar, ou se matar, ou as duas coisas — ou, pior ainda, chorar e berrar conosco. Nós somos patéticos. Mas o fato é que, apesar de não dizer com todas as letras, demonstramos isso claramente o tempo todo. Se um cara não lhe telefona quando disse que ia telefonar, ou não deixa claro se vocês estão realmente namorando, então você já tem a sua resposta. Pare de inventar desculpas para ele, seus atos berram a verdade aos quatro ventos: ele simplesmente não está a fim de você.

Saia dessa, garota! Chega de prejuízo, e não desperdice seu tempo. Para que ficar num limbo de relacionamentos esquisitos, se pode mudar para um território que será, com toda a certeza, muito melhor? Mas, você nem quer ouvir falar dessa história, não é? Tudo bem. Aqui está a resposta que você procura: "Continue assim, querida. Ele não é o babaca que todo o mundo diz que é. Se você esperar, ficar de boca fechada, telefonar no momento certo, adivinhar as variações de humor dele, não alimentar expectativas de comunicação e suprir suas necessidades sexuais, poderá ficar com ele!" Mas, por favor, não se surpreenda quando ele lhe der o fora ou continuar a enrolá-la num relacionamento nada gratificante.

Nós já ouvimos isso, e você já está cheia dessa história. Deve ser por isso que está lendo este livro agora. Você sabe que merece um relacionamento maravilhoso. Nós concordamos. Por isso, pegue um marcador de texto, e mãos à obra. Liz já lhe disse que eu ia falar isso: não canse a sua beleza!

terça-feira, janeiro 08, 2008

Definitivo

Ansiedade.. correria.. cabeça a mil..
sem paciência pra escrever..
mas achei esse texto bacana...

Ah.. é claro que eu super desconfio da autoria.. como sempre.. mas o impoortante mesmo é que o texto é bom!

Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...

Carlos Drummond de Andrade

domingo, janeiro 06, 2008


Ainda estou em clima de "reveillon". Pensando no ano que foi, no que vai vir..
E uma das coisas que mais marcou em 2007, foi o inconsequente way of life que eu adotei em alguns momentos.
Não foi nada muito extraordinário, mas pra mim, que sempre penso muito antes de fazer as coisas, foi bem legal! :) Tão legal, que eu acho até que merece uma lista. Os melhores momentos. As melhores trapaiadas. Os maiores micos. Tudo pra manter o nível de insanidade!
E lembre-se: sempre que possível, pule ao invés de andar


1) Rasguei a faixa da greve do IFCH.

Foi emocionante. Eu olhei pra faixa, ela olhou pra mim. Eu olhei pra Cris, e nós não pensamos duas vezes. Rasguei. Não foi politicamente correto. Eu sei. Mas não era essa a intenção!

2) Pulei no monte de folhas secas.
(novamente, no IFCH)

Foi lindo! Parecia cena de comédia romântica! E quem estava comigo? quem? quem? quem?
Kistriane.. claro! hahaha

3) Abri o guarda chuva na balada.

Foi assim: eu tenho uma bolsa enorme. Tá na moda. E levei ela pra balada do jeito que estava. De repente, começa a tocar Umbrella. E eu tinha um guarda chuva dentro da bolsa. A Cris (mais uma vez, a cris..rs) me disse: Duvido que vc abre!!!!!
Nunca duvide de mim....rss

4) LUAU Nova Rep

Essa festa, no todo, foi uma inconsequência! Ante véspera de feriado, open bar, Bohemia, original, Serra Malte, Jurupinga, Vodcka.. putz.. mta coisa! Eu já tinha decidido que não iria porque tinha que trabalhar no outro dia. 7h da noite, eu encontro a grande causadora de tudo, Marcela! hehe Ela me diz que tem um convite sobrando, a amiga dela havia desistido.
Pensei: "eu vou". E fui. Avisei no trabalho que iria faltar, com a roupa que eu estava mesmo, arranjamos carona, e fomos. Bebemos muito. Muito mesmo! ( né, Má?) a Mi até quebrou o copo quando chegamos rss e viemos embora de taxi por 2,00 reau! A ressaca no outro dia.. jesus.. acho que foi a pior que eu já tive! Nem consegui fazer o resumo de EL que eu teria que fazer!
Aiii minha cabeça.. ehehhe

5) Ir pra festa brega de Clube da Lambada no ônibus 332.

Andar de ônibus nunca foi tão divertido!!!!
"Cade o 3.32? Cade o 3.32?"

6) Tirar foto na placa da Unicamp vestido de El Mariachi.

Adivinhem quem estava comigo?
preciso sem falar, né..

7) Fiz xixi na praça Brasília.
Os meninos nem sonham que eu já fiz isso! haha eles não estavam juntos..
bem.. agora não é mais segredo! hehe

8) Dançei junto com o Batman no ArraIEL.

Não sei porque tinha um cara vestido de Batman no ArraIEL..
Mas a gente dançou com ele mesmo assim! hehe

9) Corrida 360 graus na Fonte da Unicamp.

Já é clássica, e é sempre muito bom!
10) Cambalhotas na grama durante o reveillon (de minissaia).

mas não tinha ninguém vendo... rss


A tendência é piorar, sempre! hehehe
Kirs.. valeu, véi! hahaha

quarta-feira, janeiro 02, 2008

A respeito da Música:

Tá bom, tá bom...
eu sei que eu sou sempre a primeira a fazer cara feia quando toca uma música do Jota Quest.
Que todo mundo que me conhece sabe que eu detesto.
E eu, de fato, detesto.
Acho as letras ruins. Só tem lalalala..tchururururu..
A voz do Flausino me irritaa..
Mas essa música "Mais uma vez".. eu sempre gostei!
Acho bonitinha.. me lembra uma pessoa legal..
e ela sempre se encaixa..rss
Afinal, quem não gosta de um remember??????
Recordar é viver, né não?
Então.. é isso! Essa música..SÓ ESSA MÚSICA.. do J. Quest, eu gosto! hehehehe

Bonito, né?

Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO,
mesmo eu sabendo que as rosas não falam.

Que eu não perca o OTIMISMO,
mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre.

Que eu não perca a VONTADE DE VIVER,
mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa..

Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS,
mesmo sabendo que, com as voltas do mundo,
eles acabam indo embora de nossas vidas...

Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS,
mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver,
reconhecer e retribuir esta ajuda.

Que eu não perca o EQUILÍBRIO,
mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia.

Que eu não perca a VONTADE DE AMAR,
mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo,
pode não sentir o mesmo sentimento por mim...

Que eu não perca a LUZ e o BRILHO NO OLHAR,
mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo,
escurecerão meus olhos...

Que eu não perca a GARRA,
mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários
extremamente perigosos.

Que eu não perca a RAZÃO,
mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.

Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA,
mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu.

Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO,
mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...

Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER,
mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos
e escorrerão por minha alma...

Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA,
mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis
para manter a sua harmonia.

Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR
que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele
será submetido e até rejeitado.

Que eu não perca a vontade de SER GRANDE,
mesmo sabendo que o mundo é pequeno...

E acima de tudo...

Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente,
que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um
é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois....

A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS E
CONCRETIZADA NO AMOR!

terça-feira, janeiro 01, 2008

2008, aí vou eu..


Todos os anos, eu sempre fiz um post final, uma espécie de retrospectiva, com acontecimentos, reflexões, o que aprendi..o que quero esquecer.. o que vai ficar guardadinho num lugar especial, o que era desnecessario..
Mas..dessa vez, quando eu vi, era Natal. Quando eu vi, já tinha acabado o ano. E isso só mostra como foi esse ano de 2007: dinâmico!
Dinâmico de acontecimentos, de emoções, de sensações. Tudo aconteceu nessa dinâmica absurdamente natural, e o que mais me surpreendeu foi minha postura diante de tudo isso. Acredito que essa postura começou lá no início..na verdade, no fim. No ano passado, decidimos mudar o ritual, ao invés de falar daqueles que nos tinham feito mal, decidimos pensar no que queremos de melhor. Fizemos algo mais leve.. tentando "sublimar" o rancor e as coisas ruins que aconteceram. Tenho a impressão de que, naquele dia, eu assumi uma postura que quis seguir por todo o ano. Decidi por mim mesma que a vida pode ser leve. Há quem considere essa leveza de que falo como superficialidade. Mas, pra mim, a vida pode ser leve. A partir do momento que vc consegue discernir entre o necessário e o desnecessário. Entre o essencial e o supérfulo. Entre as convicções e as convenções. Entre a verdade e o mito. Entre a tolerância e a passividade. Entre o orgulho e o amor próprio. Encontrar o meio termo nos altos e baixos da vida é um desafio! É um desafio ter certeza de fazer a escolha certa..é um desafio driblar a ansiedade, esta que, segundo um amigo meu "é companheira da vida."
Posso concluir então que 2007 foi um ano "egoísta". Um ano em que eu percebi que não preciso me explicar, me justificar. Quem me conhece sente. Foi um ano que eu aprendi que é preciso ter voz. Saber usar a sua voz nos momentos certos. E que há maneiras e maneiras de se dizer as coisas.. e, sim, vc é responsável por aquele que cativas. Mais do que imagina.Agora..se vc vai ou não assumir essa responsabilidade, são outros 500... E que nada e tão ruim que não possa virar piada depois. Passei a concentrar minha paciência para o que realmente vale a pena. Aprendi que, as vezes, vc só precisa ouvir. E que fazer o bem do outro implica no meu próprio bem automaticamente.
Foi um ano que amadureci muito. Foi um ano que mudei muito. Até mesmo nas pequenas coisas.. já tive melhor memória..rss..bebia menos.. era menos inconsequente..heheh menos disciplinada.
Lembro de tudo que aconteceu nesse ano e vejo em cada atitude o reflexo das minhas mudanças. E gostei de todas elas. E gostei desse ano.
Não quero enumerar acontecimentos, não quero relembrar fatos. Foi um bom ano. Foi - pretérito perfeito. Acabou e pronto. E vou usar a minha lição principal pra pensar no ano de 2008: tudo depende apenas de mim. Não, o mundo não está contra mim. Não, as pessoas não são horríveis. Não, viver não é difícil. Você faz a sua realidade do jeito que vc quer. E seja adulto o suficiente pra admitir sua resposabilidade sobre sua própria vida.
E 2008 vai ser diferente. Eu vou fazer 2008 ser diferente.
E que sempre.. estejam perto de mim aqueles que me compõem.
Por isso.. não posso esquecê-los: Amigos.
*Divas.. encerraremos um ciclo. E não poderia ser melhor fazer isso com vcs! A formatura será um sucesso! Tenho pavor de pensar na possibilidade de nos afastarmos.. mas não tenho dúvidas de que essa amizade é pra sempre. E vcs foram o grande alicerce desse ano. A cada conselho, a cada colo, ao me fazer sentir pequena, vcs colaboraram pra essa vida leve de que falo. Sentir que eu não preciso falar. Vcs me sentem. Amo demais cada uma de vcs!

Marroquinos Barrota... o que seria da minha vida sem esses meninos? Bem menos divertidas com certeza! Tanto otimismo de viver e alegria nas pequenas coisas, me fez crescer muito como pessoa. Ás vezes, eu fico com raiva. As vezes, eles me cansam. rss Mas eles me ensinam tanto a cada dia, e a sinceridade masculina abre meus olhos pra várias coisas. Obrigada pelos risos, abraços, cervejas, suspiros (...) e 2008 vai ser ainda mais barrota! hehehe

Parceira master: Ju.. cada ano que passa, mais parceira não? Sempre cumplice, confidente. amizade verdadeira e sem palavras. Always and forever.

Saudades.. Pir, sempre longe, ao mesmo tempo perto. Vai ano, passa ano. E sempre! Aqui! No meu coração!

Mie e Marie - Obrigada pela nova chance. Por acreditar. Por querer. E pra mim, vai começar de novo! =)

Galerinha 05 - Bixos queridos.. Má, Miriam, Biu.. afinal, companheiros de balada também podem ser amigos pra vida! ;)

Foram tantas as pessoas especiais.. nesse ano revi uma amiga de infância. E como é bom saber que mesmo 7 anos depois, em menos de 7 min., tudo era como antes. Conheci tantas pessoas, fiz loucuras.. conheci minha irmã.. definitivamente me entendi com o meu irmão. Trabalhei em lugares legais, ganhei até que bem.
Putz.. só posso dizer: VALEU 2007!
Um brinde.. a esse ano maravilhoso.. e muitas vibrações positivas para que 2008 seja ainda melhor! E vai ser.


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